sexta-feira, 23 de maio de 2008

D&D Game Day

Já foi confirmada pela Wizards of The Coast a data do D&D Game Day deste ano de 2008. O evento acorrerá no próximo dia 07 de Junho de 2008 (sábado).
Aqui em Brasília somenta duas lojas irão receber o Kit de brindes do D&D Game Day são elas: Pendragon, no Shopping Venâncio 2000 e Livraria Leitura no Conjunto Nacional.
Segundo fontes da organização do evento haverão aproximadamente 15 vagas para mestres e 75 vagas para jogadores sendo 1 mestre para cada 5 jogadores. Então, pra quem não quiser ficar sem chance de jogar no D&D Game Day, já estão abertas as incrições para jogadores nas respectivas lojas onde acontecerá o evento. As incrições para mestres abrirão provavelmente na próxima semana. Vamos lá galera!!! Esse é o tipo de evento que não dá pra deixar pra se inscrever na última hora, afinal jogar D&D já é o bicho de graça, quem dirá então ganhando presentes da Wizards!!!!!
Para quem não sabe o que é o D&D Game Day, este é um evento promovido pela própria Wizards Of he Coast que ocorre simultâneamente em vários países do mundo visando promover o RPG Dungeons & Dragons e apresentá-lo a novos jogadores. Todos os participantes - Mestres e jogadores - receberão um kit contendo alguns brindes, entre eles miniaturas oficiais do D&D Miniatures e um Dado de 20 lados, que poderão ser levados após o término da aventura.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Dia D - Muito Louco


Mesa de D&D 4º Edição - Aventura Scape From Sembia.
Essa eu joguei. O sistema está bom. A Aventura era fraquíssima mas o Valberto deu uma melhorada


Mesas de Pendragon, D&D 3.5 e o pessoal do Heroclix respectivamente


Storytelling, Gabriel, O Pensador? , Esse eu não sei o que é.

Dia "D" RPG - Brasília 2008


Porque será que ele está fazendo essa cara? E o que esse outro está fazendo alí atrás

video

Dia "D" do RPG em Brasília - Sábado 18 de Maio 2008

A Galera Levantou cedo para jogar












Nove horas da matina dé sábado e esse pessoal já estava animadíssimo. Isso é que é gostar de um bom Role Play.

D&D 4º Edição - Você Precisa Dele?



Indignação! Foi o que eu senti quando botei os olhos na notícia de que iria ser lançada uma 4º Edição de D&D. Achei simplesmente absurdo, a vinda de 4º edição depois de tantos jogos lançados na versão 3.5 e depois dos meus caros livros da edição 3.0 terem ficado praticamente obsoletos. Eu fiquei pensando que realmente a Wizards Of The Coast, age de má fé com seus assíduos compradores de produtos. Simplesmente é impossível para o meu bolso, e acredito que para o bolso da maioria dos brasileiros arcarem com tantos novos lançamentos de uma 4º edição D&D.
Bem, essa foi minha impressão inicial, pra mim naquele momento só conseguia ver a Wizards como um empresa Caça-Níqueis-filha-da-mãe. Quando começaram a vir notícias sobre a 4º edição confesso que comecei a mudar minha opinião.
As mudanças que estão sendo propostas, pelo menos para mim, são muito válidas já que mexem numa parte do jogo que particularmente não me agrada. Pelo que andei lendo parece que houve uma mudança profunda na mecânica de regras de combate para que esse se torne mais rápido e com menos jogadas de dados. Ponto para a Wizards. Sempre achei os combates muito demorados no Dungeons & Dragons desde o já falecido AD&D.
Parece que a nova edição também virá acompanhada de uma ferramenta de apoio virtual para quem gosta de utilizar o computador em suas sessões de jogo. Os puristas e tradicionalistas de plantão devem estar torcendo o nariz por aí. Eu não. Particurlamente, eu acho que na mesa de jogo, tudo que puder acrescentar é bem vindo, e o computador é uma ferramenta inegavelmente eficaz para esta tarefa.
Nos últimos dias 18 e 19 de maio pude experimentar uma prévia do D&D 4º Edição no "Dia D RPG" aqui de Brasília. A impressão inicial que tive foi boa. Os combates realmente estão mais ágeis e é impressonate como foram reduzidas as jogadas de dados, isso deixou o sistema mais "leve", "desenrolado" por assim dizer. Algumas mudanças porém, não me agradaram. Uma delas foi a entrada dos tieflings como raça básica. Eles nunca tiveram progressão nos títulos anteriores por que diabos tinham que aparecer agora. Outra coisa que pude confirmar foi que realmente há uma leve sensação de que se está jogando un MMORPG, pois algumas dinâmicas ficaram descaradamente voltadas no sentido de atrair o público dos rpgs on line para o RPG tradicional de mesa. Os chamados pulsos de cura, na minha opinião, são extremamente desconexos, diminuem em muito o papel e a figura do clérigo dentro do jogo, além de fugirem da temática do RPG de mesa (pensem... todos os PJ's tem um grande poder se auto regenerarem, meio que uma síndrome de wolverine, pra que clérigo então?). A regra dos "Poderes por Encontro" e "Poderes por Dia" eu achei meio forçada e torci o nariz no começo, mas por incrível que pareça ficou bom!!!! Essa é a minha opinião... Essas duas novas regras fizeram com que todas as classes tivessem uma grande gama de opções diferentes para utilizar na aventura, assim como o mago e o clérigo tinham muitas magias diferentes para escolher. Por fim achei que Warlock realmente ficou nota 10 e garanto que não vou sentir saudades dos Feiticeiros (éca)!!!
Se a intenção da Wizards é de fato ganhar grana depreciando as edições anteriores, bem não posso culpá-la tanto, afinal isso é uma prática típica de grandes empresas de diversos ramos e uma máxima do capitalismo. Só fico triste em saber que meus livros da edição anterior novamente ficarão obsoletos com relação à nova edição. E junto com eles os trocentos títulos nacionais e internacionais já lançados. Obsoletos com relaçã à 4º edição, mas quem disse que você não pode continuar usando. Eu mesmo conheço gente que até hoje utiliza a edição 3.0.
Eu, além de jogador também sou colecionador de material relacionado a RPG, então dependendo das minhas condições finaceiras vou comprar a nova edição (parcelada é claro), mas não gosto desta obrigatoriedade sub-imposta de TER que comprar a 4º edição. A conciência de cada um (e o bolso também) é que devem ditar se compram ou não a edição nova, mas que essa nova fase do D&D promete mudanças muito mais bruscas do que as mudanças da edição 3.0 para 3.5, ah isso promete...

Avaliação do Dia "D" em Brasília



Bem, antes de mais nada eu gostaria de agradecer a todos os RPGistas, novatos e veteranos que compareceram ao Dia "D" do RPG em Brasília. Gostaria também de deixar minhas sinceras satisfações àqueles que apenas visitaram o evento. Eu compareci aos 2 dias do evento e pude comprovar como foram as movimentações dos RPGistas do Planalto Central.
Em primeiro lugar dou destaque para o local do evento: O Centro Cumunitário Athos Bulcão da UNB. Meus parabéns para a comissão organizadora, o local é excelente e ideal para este tipo de evento. Um ambiente amplo e bem arejado porém coberto e com uma boa infraestrutura de Banheiros e uma cantina para lanches, espero que outros eventos possam ocorrer no local.
No Sábado pude perceber uma movimentação boa para os padrões de Brasília, que tem um púiblico RPGista ativo relativamente pequeno. Posso afirmar , assim na base do "olhômetro" que até às 13:00, pelo menos umas 150 pessoas passaram pelo evento não pude verificar a movimentação na parte da tarde pois tive que me retirar por motivos pessoais, mas recebi a informação de fontes seguras de que no segundo período, o evento literalmente "Bombou". Segunda minhas fontes o movimento dobrou na parte da tarde. Tivemos mesas de diversos jogos como: D&D 3.5, GURPS 4º Edição, Vampiro Requiem, Pendragon, Star Craft, Storytelling: Espionagem e várias mesas jogando a prévia do D&D 4º Edição com a aventura "Scape From Sembia". Fora isso tivemos uma grande mesa central com jogos de miniatura como Heroclix, MageNight e D&D Miniatures. Como outros destaques posso citar a palestra do mestre Valberto, o Betão e a particpação do pessoal da Batalha Campal que de forma divertida conseguiu convencer até quem nem sequer conhecia o RPG a participar das batalhas simuladas com armas de espuma.
No Domingo só pude comparecer depois do meio dia, mas cheguei a ficar desanimado pois a movimentação estava fraca, muito fraca. Somenta umas 4 mesas de RPG. Fiquei até as 16:00 e o movimento melhorou ligeiramente, tivemos uma forte participação no Quiz Nerd conduzido pelo Mestre Valberto, e na parte da tarde houve um leilão de livros. Eu mestrei numa mesa de D&D 3.5 ambientado em Tormenta. A aventura o "Guardião da Morte" de minha autoria teve uma ótima participação (6 pessoas) e agradeço a todos que jogaram comigo.
Um outro destaque foi a presença feminina no evento, que apesar de serem minoria deixaram sua marca no Dia D. Fiquei muito feliz por ver garotas de várias idades estão se interessando pelo Hobby, no Sábado havia pelo menos um membro do sexo feminino em quase todas as mesas de jogo ( Na mesa do Mestre Valberto haviam 3!!!). E por incrível que pareça não houve presença marcante de Card Games no evento, tirando uma animada mesa de Munchkin na portaria do evento que atraiu muitos olhares curiosos.
O "Dia D do RPG" em Brasília também teve cunho social, e foram arrecadados vários alimentos que serão doados para instituições de caridade.
Agradeço a todos que organizaram, correram atrás, ajudaram a arrumar e também a todos que participaram do evento contribuindo para engrandecer e divulgar o RPG.

sábado, 17 de maio de 2008

Não Achei quem escreveu isso, mas mandou muito bem...


Como o RPG Arruinou Minha Vida Já que é apenas isso que os preconceituosos aceitam como verdade, vamos lá. Contarei aqui em algumas linhas como esse jogo arruinou minha vida.
- O RPG Arruinou meus Estudos:
Antes de jogar RPG, eu estudava horas por dia, para conseguir notas como 5 e 6 na escola. Assistia as aulas de má vontade, e não encontrava motivações para permanecer estudando. Depois que comecei a jogar RPG, passei a me interessar bastante por Historia, Política, Geografia, Biologia, Física, Matemática, Química, Inglês, Literatura... passei a ler livros de historiadores e cientistas com gosto, me esforçando para aprender tudo. No jogo, queria sempre estar ciente das coisas, e por isso, parei de estudar com o intuito de passar de ano, e passei a estudar para me divertir. Li dezenas de livros para vestibular que os jovens de hoje torcem o nariz, estudei com gosto, e sabendo para que serviam, todas as matérias. Claro, parei de estudar para a escola por horas. Agora estudo para me divertir. Como resultado, passei nos melhores vestibulares do pais nas primeiras posições, e hoje sou um dos melhores alunos de meu curso. O RPG arruinou meus estudos. O jogo me fez pegar gosto por leitura e por aprender, algo inconcebível! Acho que eu deveria largar minhas notas altas e o jogo, e voltar a ficar intermináveis horas estudando sem vontade para tirar notas medíocres.
- O RPG criou-me um problema com Álcool:
Antes de jogar RPG, divertia-me saindo com os amigos, bebendo até cair nas boates, e recuperando o dinheiro de todas as festas em cerveja. Arriscava a vida dos outros dirigindo alcoolizado, e toda semana tinha um grande bafo. Saia de noite, e deixava meus pais aflitos por horas (ou dias), sem saber quando voltaria, e se eu estava bem. Depois que comecei a jogar RPG, passei a rejeitar o Álcool. É impossível jogar sem estar com a mente limpa e bem ativa, já que o jogo é um exercício de inteligência e imaginação. O jogo me ensinou que é possível se divertir e se socializar sem estar sob efeito de nenhum tipo de droga, nem mesmo algo inocente como o álcool. O RPG criou-me um problema com Álcool. Agora, eu não bebo, e acho que isto é um grande problema para a industria de bebidas. Um jovem consciente e inteligente não deveria ficar em casa sem causar preocupação aos pais, ou evitar dirigir alcoolizado, sem por em risco a vida das pessoas. Ele deveria se embebedar e sair por ai cometendo barbaridades.
- O RPG arruinou minha religião:
Antes de jogar RPG, eu odiava religião, e blasfemava como um jovem revoltado. Odiava qualquer tipo de cerimonia religiosa, e nem sequer tinha idéia do que era a bíblia. Ofendia bravamente todos os que acreditavam. Depois que comecei a jogar RPG, me interessei por religião, pois meus personagens favoritos em jogos eram padres. Passei a perguntar para pessoas entendidas no assunto, e acabei me sentido motivado a ler o livro sagrado, bem como assistir cerimonias religiosas para entender seu funcionamento. Nunca mais blasfemei, e agora me sinto uma pessoa mais culta. O RPG arruinou minha religião. É bem mais saudável para uma pessoa chegar em um templo gritando e blasfemando, do que entender, respeitar e até mesmo se interessar por seus credos. Obviamente, ter interesse por religião é algo profano, e eu deveria ter continuado a blasfemar livremente.
- O RPG me mostrou a violência:
Antes de jogar RPG, eu assistia todo o tipo de violência na TV, e achava normal. Fazia inclusive maldades infantis com animais, e brigava muito na escola, mesmo sem motivo. As vezes, discutia com as pessoas por nada. Depois que comecei a jogar RPG, passei a pensar mais nos fatos do dia a dia, e conclui o quão grave era a violência no mundo. O Jogo me mostrou uma diferença que a TV não conseguia - a da realidade para a ficção. Passei a fazer partes de movimentos pela paz, e hoje prefiro dialogar, mesmo que sendo ofendido e não compreendido, do que partir para a ignorância. Não assisto muitos filmes de ação, por considera-los sem historia, apenas uma pilha de sangue e mortes. O RPG me mostrou a violência. Com certeza, eu deveria ter ficado como tantos outros jovens, influenciado pela mídia, e quem sabe cometer algum crime? Ser pacifista e prezar pela vida é com certeza um defeito que este jogo me deu.
- O RPG destruiu minha vida social:
Antes de jogar RPG, eu ia em festas e encontros onde as pessoas humilhavam umas as outras, bêbadas e drogadas, fazendo um eterno teatro de falsidade. Muitas vezes, fazíamos coisas dignas de bandidos. Era aficionado por estar sempre na moda, beber mais que todos, ter o melhor carro, assistir todos os programas da TV, ir mal na escola, apostar rachas, e todo o tipo de coisa que jovens desmiolados fazem em suas vidas sociais. Tinha preconceito de tudo, e estava sempre pronto a humilhar alguém diferente, sem sequer tentar entende-lo. Depois que comecei a jogar RPG, passei a ver o quão infantil e idiota era meu antigo comportamento. Passei a encontrar-me com amigos mais saudáveis, não para beber e ficar, mas para conversar amigavelmente, aumentar meus horizontes, e me sentir menos enganado. Passei a conhecer as pessoas pelo que elas realmente são, e nunca mais tive preconceito com nada. Tenho uma vida social mais ativa e mais estável agora, com pessoas que pensam como eu e não tem intenções ruins. O RPG destruiu minha vida social. É indiscutível que as barbaridades sexualistas das festas, o consumo pesado de drogas e a pronta capacidade de humilhar alguém é algo totalmente necessário para a formação de um indivíduo integro. Pessoas que preferem encontrar os amigos em cinemas, livrarias ou restaurantes, ao invés de boates, clubes e botecos com certeza são a pior escoria da sociedade. Acho que o RPG contribui fortemente para fazer um adolescente padrão e revoltado se tornasse um adulto estudioso, amigável e aberto a novas idéias. Obviamente, isto é um grande problema. Como uma pessoa integra poderia ser útil no mundo de hoje? Bem, amigos, pela minha historia de vida, que acredito ser semelhante à de muitos de vocês, acredito que se o RPG foi responsável por isso, com certeza ele deva ser proibido. É claro, a menos que você não entenda ironia.

RPG

Bem, antes de mais nada gostaria de dizer que sou fã desse jogo tão mal falado e mal compreendido. Apesar de ultimamente eu não ter tido tempo de jogar, eu ainda continuo lendo, comprando, e me informando sobre determinados assuntos a respeito do jogo. Para muitos o assunto pode não ter relevância mas como o blog é meu, sinceramente, coloco o que eu quiser.
Hoje, pesquisando no http://www.4shared.com/ para ver se encontrava alguns livros de RPG para baixar encontrei um texto bastante interessante que explica bem o sentimento que eu sinto - e acreditos que muitos sintam - quando sofremos preconceito pelo fato de jogarmos RPG. Ainda não sei como mexer no blog direito, pois acabei de criá-lo mas vou tentar publicá - lo aqui.
Mudando um pouco de assunto fica aí a dica para todos aqueles que quiserem procurar arquivos, livros, clipes, músicas, programas e um longo etc. de coisas. Procurem no 4shared um site de compartilhamento, que eu sinceramente acho o melhor de todos por ser descomplicado. Vou, na medida do possível procurar postar os materiais disponíveis que eu tenho e outros que eu encontrar na net e achar interessantes.